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Vinho Branco
Meandro
Vale Meão 2017, 75cl
Douro DOC

9,90

50% Arinto, 50% Rabigato

 12.5%

 Potencial de envelhecimento

 Servir a 8º-10º

88/100  Wine Spectator

 

O Produtor, Nota de prova publicada em 27 de Maio de 2015

Em resultado da prensagem tradicional, este vinho apresenta uma cor esverdeada intensa. Nele podemos encontrar a acidez vibrante do Arinto combinada com a fruta viva do Rabigato. A boca surpreende pela densidade e frescura.

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Meandro

Após a vindima, o Outono trouxe tempo chuvoso, o que permitiu atingir o final do ano com cerca de 50% da média anual de precipitação (200 dos 400mm médios), compensando assim a falta de chuva que caracterizou o resto de 2012. O início de 2013 revelou-se seco e frio, com esta situação a prolongar-se até meados de Março. Assim, tivemos um abrolhamento cerca de 15 dias mais tarde do que o normal. A chuva voltou em Março, em tal quantidade que houve, no início da Primavera, uma cheia no Douro. Os meses de Abril, Maio e Junho foram anormalmente frescos e com precipitação relativamente frequente, o que possibilitou um desenvolvimento perfeito do coberto vegetal e uma produção superior a 2012. Entramos no Verão sem qualquer tipo de stress hídrico e com temperaturas mais baixas que o normal para a época. No início de Julho, houve uma onda de calor violenta de cerca de 10 dias que, contudo, não causou prejuízos dado o equilíbrio vegetativo e hídrico alcançado. O resto do mês de Julho voltou a ser mais fresco do que o habitual, tendo Agosto trazido consigo temperaturas típicas da época estival. Esta situação possibilitou uma evolução da maturação muito equilibrada e o atraso que se verificou no período do abrolhamento continuou nos estádios fenológicos subsequentes, protelando inclusivamente a data de vindima.
As castas Brancas foram vinificadas na primeira semana de Setembro.

Informação de alergénios

Contém sulfitos

SKU: 100286

Quinta do Vale Meão

Em 1877 D. Antónia Adelaide Ferreira, já proprietária do maior património agrícola do Douro, comprou em hasta pública 300 hectares de terra virgem à câmara de Vila Nova de Foz Côa. O seu sonho era construir a partir do nada uma exploração modelo, concretizando nela toda a vasta experiência acumulada ao longo da sua vida de empresária duriense. Este projecto ambicioso foi totalmente levado a cabo entre 1887 e 1895. Foi a última e mais significativa realização daquela Senhora, que no entanto pouco dela gozou, pois morreu em 1896.

Desde então a quinta manteve-se sempre na posse dos seus descendentes. A partir dos anos 70 o seu trineto Francisco Javier de Olazabal assumiu a sua gestão e iniciou um longo processo de aquisição de partes indivisas dos seus familiares e comproprietários, e em 1994 tornou-se juntamente com seus filhos, único proprietário da Quinta. Até então as uvas da Quinta eram vendidas á empresa A.A. Ferreira S.A, fundada pelos descendentes de D. Antónia, e estavam na base de alguns dos seus melhores vinhos. Essa ligação continuou até 1998, ano em que Francisco Javier de Olazabal decidiu renunciar ao cargo de presidente de A.A. Ferreira S.A. para se dedicar juntamente com seu filho enólogo Francisco de Olazabal y Nicolau de Almeida, à produção, envelhecimento e comercialização dos vinhos da quinta, através da criação da sociedade F. Olazabal & Filhos, Lda.

Morada

F. Olazabal & Filhos, Lda.

Quinta do Vale Meão
5150-501 Vila Nova de Foz Côa
Portugal

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