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Vinho Branco
Quinta de Carapeços
Reserva 2019, 75cl
Vinhos Verdes

12,49

 14%

 2020-2026

 Servir a 8º-10º

 

O Produtor, nota de prova publicada em 9 de Maio de 2021

Produzido apenas com as melhores e mais maduras uvas de Alvarinho, envelhecido em barricas de Carvalho Francês, o Quinta de Carapeços Reserva é um vinho branco encorpado, complexo, equilibrado, com notas de frutos cítricos e tropicais, boca suave com um toque a madeira doce e fim bastante prolongado e persistente.

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Quinta de Carapeços

A pensar no Inverno, este Quinta de Carapeços Reserva Branco associa a juventude, característica dos vinhos desta região, à capacidade de envelhecimento proporcionado pelo teor alcoólico que possui e pelas barricas onde estagiou.
A elaboração deste distinto vinho, pela paciência na espera da maturação adequada nas uvas utilizadas, bem como pelo cuidado no processo de vinificação utilizado, capacitou-o para satisfazer os consumidores mais exigentes.

Prensagem suave após 6 horas de maceração pelicular a frio, seguido de fermentação alcoólica em cubas inox. Estágio de 12 meses em barrica de carvalho Francês e inox sobre borras finas.

Informação de alergénios

Contém sulfitos.

SKU: 106383

Quinta de Carapeços

Inserida na Região dos Vinhos Verdes, mais precisamente no concelho de Amarante – terra de Pascoaes e de Souza Cardoso, a Quinta de Carapeços é conhecida pela sua beleza natural , bem como pela qualidade e singularidade dos seus Vinhos Brancos, Tintos, Rosés, Espumantes e Colheita Tardia que ao longo dos anos ganharam inúmeros Prémios e obtiveram reconhecimento por parte de Críticos e Apreciadores de Vinho.
Nesta Quinta conjuga-se tradição e modernidade, sempre com respeito pelo que a natureza oferece e, também, por uma grande máxima: não há duas colheitas iguais.
A primeira referência feita à Quinta de Carapeços data de 1338, ano em que uma filha de Martim Carvalho, Cavaleiro de Basto, casou com, João de Carapeços, assim chamado por ser o Senhor da Quinta com o mesmo nome.
Em 1351, a propriedade foi vendida e, já no início do séc. XVII, passou a pertencer ao Mosteiro de São Salvador de Travanca, o qual fora fundado em meados do séc. XII pelos monges Beneditinos.
Com a extinção das Ordens Religiosas em 1834, a quinta foi vendida, tendo sido o anterior proprietário um descendente do mencionado Martim Carvalho.
Advogado de profissão, Miguel Pereira de Abreu, sempre teve uma enorme paixão pelo mundo vitivinícola, fruto da ancestral ligação da sua família a propriedades agrícolas situadas nos concelhos de Amarante, Felgueiras e Penafiel.
Respondendo às enormes transformações operadas no mundo rural desde as décadas de 60/70 do século passado, procedeu a uma profunda reformulação da exploração das suas terras, focando-se, inicialmente, na produção de uvas de primeira qualidade.
Para tal, reconverteu a totalidade da área agrícola, através da criação de
plataformas para o plantio de vinha em bardo (assim substituindo as tradicionais ramadas) e a introdução de castas melhor adaptadas às condições do «terroir».
Foi pioneiro na introdução da casta Alvarinho fora da sub-região de Melgaço-Monção.
Já no início deste século e após a instalação de uma adega equipada com as mais actuais tecnologias disponíveis, é lançada no mercado a marca «QUINTA de CARAPEÇOS», seguindo-se, mais recentemente, a marca «EIRA dos MOUROS», esta associada a uma linha de entrada de gama.
A Quinta produz vinhos Brancos, Rosés, Tintos, Espumantes e Colheita Tardia de altíssima qualidade que ao longo dos anos mereceram a atribuição de inúmeros Prémios a nível nacional e internacional.