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Vinho Tinto
Quinta do Espinho
Grande Reserva 2015, 75cl
Douro

22,50

 13.5%

 2017-2025

 Servir a 16º-18º

 

O Produtor, nota de prova publicada em 27 de Março de 2017

Cor escura, com notas Violetas e nariz Intenso, notas de frutos pretos, madeira bem equilibrada, complexo e algo floral. Na boca é vinho concentrado mas elegante, muito equilibrado, acidez fina e fresca, taninos maduros. Final longo e persistente.

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Quinta do Espinho

Vindima manual para caixas de 25kg com escolha cuidadosa das uvas. O vinho foi fermentado com lagares tradicionais de granito com controle de temperatura a 25º. Após a fermentação alcoólica, o vinho é tranferido para cuba de inox até acabar a fermentação maláctica. Envelhece depois em cascos de carvalho francês de 500L, durante 12 meses.
Limitado ao stock existente. No caso do vinho que comprou ficar sem stock, entraremos em contacto para propor um vinho diferente, ou para lhe devolver o valor pago.
As promoções nos vinhos não são acumuláveis com outros descontos ou cupões.

Informação de alergénios

Contém sulfitos.

SKU: 104757

Quinta do Espinho

Incluída na demarcação de feitoria que se fez em 1757, segundo o modelo idealizado para o Douro vinhateiro pelo Marquês de Pombal, a Quinta do Espinho é hoje propriedade dos irmãos Joaquim e Alberto, da família Macedo Pinto de Tabuaço.
Desde pelo menos o século XVII que a família Macedo Pinto está associada à vitivinicultura do Douro e à produção de vinho de embarque, como se apelidavam os Vinhos do Porto.
Estendendo-se ao longo das margens do rio Távora, subindo da quinta até Tabuaço, sobre as quintas desta família dizia-se tratarem-se das melhores e mais extensas áreas de vinha de Portugal, poucas se lhe podendo comparar no estrangeiro (PINHO LEAL, Augusto Soares d’Azevedo Barbosa de, Portugal Antigo e Moderno, Lisboa, Livraria Editora Tavares Cardoso & Irmão, 2006 [1873], tomo 9, págs. 466-475).
Especialmente acarinhado na memória da família é o Avô Vítor de Macedo Pinto. Nasceu em 1869, foi médico, proprietário e republicano destacado, tendo sido Presidente da Câmara Municipal de Tabuaço, deputado à Assembleia Nacional Constituinte de 1911, Presidente da Câmara dos Deputados e Ministro da Marinha. Foi um dos grandes defensores da causa do Douro, tendo assinado o Manifesto de Novembro de 1890 (no rescaldo do Ultimato Inglês), integrado o movimento dos paladinos do Douro, dinamizado o movimento regional de defesa da marca “Porto” e o primeiro a afirmar a necessidade de proceder à regulamentação do sector dos vinhos de mesa do Douro.

Morada

Cardanhos, Soc. Agrícola e Vitivinícola, Lda.
5120-011 Tabuaço
Portugal Tel.: +351 254 787 079