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Vinho Branco
Julian Reynolds
Arinto 2017, 75cl
Alentejo

14 11,90

 14.5%

 Imediato

 Servir a 8º-10º

16/20  Revista de Vinhos

 

João Guedes

João Guedes, Nota de prova publicada em 27 de Maio de 2015

Vinho alentejano, da casta arinto, conhecida também nos vinhos verdes e de Bucelas, que costuma ser muito fresca e tropical. Vinho com uma cor cítrica, esverdeada. Notas tropicais e citrinas no nariz, com alguma frescura e mineralidade. Na boca, é frutado e super fresco, vai muito bem com sushi, carnes brancas e peixes. Dou 5 estrelas.

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Julian Reynolds

Promoção limitada ao stock existente. No caso do vinho que comprou ficar sem stock, entraremos em contacto para lhe propor um vinho diferente, ou para lhe devolver o valor pago. Campanha válida de 17 a 23 de Maio de 2019. Não acumulável com outros descontos ou cupões. Viticultura e Enologia: As uvas foram vindimadas de manhã cedo e, após desengace total e esmagamento suave, foram prensadas em prensa pneumática, tendo o mosto resultante sido clarificado de forma estática durante 48 horas, a baixa temperatura. Fermentação durante 30 dias a uma temperatura de 12ºC. Posteriormente, foi mantido a 8ºC em cubas de inox, até ao seu engarrafamento.

Notas de Prova: Apresenta um aspecto límpido de cor verde citrino. A sua
componente aromática é muito alegre, transmitindo notas intensas de frutas tropicais e citrinos. No paladar é rico em fruta e elegante, com um bom equilíbrio de acidez e um final fino e refrescante.

Como servir: Não muito gelado é um perfeito aperitivo, combinado ainda com queijos frescos, frutos do mar e todos os pratos de peixe. Deve ser
servido a uma temperatura de 11ºC a 12ºC.

Informação de alergénios

Contém sulfitos

SKU: 100657

Reynolds Wine Growers

Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho: é na cidade do Porto que se estabelece com os seus dois filhos, Thomas e Robert. Durante algum tempo abastecem, a partir dali, o seu armazém comercial em Londres com diversos produtos Ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira e criam uma fábrica de rolhas em Alburquerque, Espanha, onde vivem durante 11 anos. A actividade é lucrativa, expande-se e em breve abrem novas fábricas de rolhas de cortiça em Portugal e Espanha.

A família regressa a Portugal em 1850 e fixa residência em Estremoz, ainda que por pouco tempo. Thomas e o seu filho homónimo não se acomodam e, movidos pelo mesmo espírito empreendedor, embarcam com a família rumo à Nova Zelândia. A travessia duraria 130 longos dias e com eles transportavam um enorme rebanho de ovelhas merinas. Nunca regressaram a Portugal.

Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, actividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds em Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, desde, Carlos. Carlos tem uma primeira filha chamada Gloria, Gloria Reynolds. Em sua honra, e de todos os seus antepassados que viveram no Alentejo, Julián, filho de Gloria, produz um vinho de qualidade, que leva o nome da sua mãe – Gloria Reynolds.

Morada

Reynolds Wine Growers, Lda.

Monte Figueira de Cima
7340 Arronches
Portugal

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