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Vinho Tinto
Adega de Borba
Reserva Rót. Cortiça 2015, 75cl
Alentejo

8,99

 14%

 Potencial de envelhecimento

 Servir a 16º - 17º

17/20  Revista de Vinhos

 

O Produtor, nota de prova publicada em 27 de Maio de 2016

Cor rubi definida com nuance vermelha. Aroma fino e elegante, sugerindo frutos pretos, compota e chocolate branco. Sabor macio, com ligeira adstringência, equilibrado, notando-se um frutado maduro, taninos suaves mas estruturados, com elegância no final de prova.

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Adega de Borba

Limitado ao stock existente. No caso do vinho que comprou ficar sem stock, entraremos em contacto para propor um vinho diferente, ou para lhe devolver o valor pago.
As promoções nos vinhos não são acumuláveis com outros descontos ou cupões. Com uvas das castas mais típicas do Alentejo, produzidas na sub-região de Borba, se elaborou o vinho Rótulo Cortiça, um verdadeiro ex-libris da Adega de Borba. Provenientes de vinhas velhas, as uvas tiveram um rigoroso controlo na evolução da maturação, tendo sido vindimadas em pequenas quantidades. Na Adega após o desengace e esmagamento suave da uva, iniciou-se a fermentação alcoólica que se prolongou por cerca de 10-15 dias com a temperatura controlada a 24ºC, para maior extração dos aromas e sabores frutados da uva. Para aumentar a complexidade polifenólica, os taninos e a estrutura do vinho, este permaneceu em cuba num processo de maceração pós-fermentativa. A fermentação malolática ocorreu posteriormente em recipientes de inox. Para enaltecer e elevar as suas características organoléticas, o vinho estagiou 12 meses em barricas de 3º e 4º ano, de carvalho francês e em tonéis de madeira exótica, findo o qual se seguiu um estágio de 6 meses em garrafa em cave.

Prémios

Medalha de Ouro – Portugal Wine Trophy

Informação de alergénios

Contém sulfitos.

SKU: 100159

Adega Cooperativa de Borba

Fundada em 1955, a Adega de Borba foi a primeira de uma série de Adegas constituídas no Alentejo, com o incentivo da então Junta Nacional do Vinho, numa altura em que o setor não tinha o protagonismo que hoje tem na economia regional. De facto, não fosse esse empurrão decisivo dado pelo referido organismo estatal, que assim permitiu uma organização comercial e de transformação para os vinhos do Alentejo, a cultura da vinha teria desaparecido completamente da região, pois todos os incentivos da época estavam virados para a cultura dos cereais, e fazer do Alentejo o celeiro do País era uma política mais que consolidada para a época.

Após 3 décadas de resistência, em que só o grande valor das castas regionais e a excelência das condições naturais permitiram que a produção de vinho no Alentejo se mantivesse, chegou-se finalmente aos anos oitenta, em que todo o potencial da região para a produção de vinho pode ser avaliado e confirmado pelo Consumidor. Beneficiou a região do facto da produção estar associada a Adegas de grande dimensão, e desta forma mais rapidamente se apetrechou em termos tecnológicos que outras regiões do País, dando o salto para os vinhos engarrafados de qualidade, numa altura em que o consumidor passou a ser mais exigente e a privilegiar mais a qualidade que a quantidade. É verdade que a constituição da região demarcada do Alentejo e a constituição de estruturas técnicas associativas que rapidamente divulgaram novas tecnologias junto do viticultor foram essenciais em todo o processo.

A euforia que os vinhos do Alentejo têm vivido nestes últimos anos, resulta pois de um longo trabalho quer na vinha, com a selecção das melhores castas e dos melhores solos para a sua produção, quer na Adega com o aperfeiçoamento de técnicas e apetrechamento de equipamentos, muitas vezes sem grande visibilidade, numa época em que o pulsar da região se fazia mais noutras direções que não a produção de vinho.

Hoje a Adega de Borba reúne 300 viticultores associados que cultivam cerca de 2.000 hectares de vinha, distribuido por cerca de 70% castas tintas e 30% de castas brancas.

Sempre em busca do reforço da qualidade dos seus produtos, a Adega de Borba tem em marcha um ambicioso projecto de aproximação do viticultor à Adega, incutindo neste a paixão de fazer grandes vinhos. Após a fase da selecção e manutenção das melhores castas, e do apetrechamento tecnológico, é convicção da Adega Borba que só com o pleno envolvimento do viticultor na produção do vinho, é possível melhorar ainda mais os seus produtos, e realizar assim toda a potencialidade que a região possui para a produção de vinhos excepcionais.

Morada

Adega Cooperativa de Borba, C.R.L.

Largo Gago Coutinho e Sacadura Cabral, 25, Apartado 20
7151-913 Borba
Portugal

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Nota: a ficha técnica abrirá numa nova janela