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Vinho Tinto
Espinho
Colheita 2017, 75cl
Douro

7

 13.5%

 Potencial de envelhecimento

 Servir a 16º-18º

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O Produtor, nota de prova publicada em 27 de Maio de 2018

Notas intensas de frutos vermelhos maduros. Complexo, mas bem casado com a madeira. Boca cheia, concentrada com taninos macios.

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Espinho

A vinificação é feita no tradicional “lagar” de granito com temperatura controlada a 25º. A fermentação malolática ocorreu em tanque de inox logo após a fermentação alcoólica. Após a fermentação, o vinho é recolhido em tanque de inox. Estagiou parcialmente em barricas de carvalho francês.
Limitado ao stock existente. No caso do vinho que comprou ficar sem stock, entraremos em contacto para propor um vinho diferente, ou para lhe devolver o valor pago.
As promoções nos vinhos não são acumuláveis com outros descontos ou cupões.

Informação de alergénios

Contém sulfitos.

SKU: 104760

Quinta do Espinho

Incluída na demarcação de feitoria que se fez em 1757, segundo o modelo idealizado para o Douro vinhateiro pelo Marquês de Pombal, a Quinta do Espinho é hoje propriedade dos irmãos Joaquim e Alberto, da família Macedo Pinto de Tabuaço.
Desde pelo menos o século XVII que a família Macedo Pinto está associada à vitivinicultura do Douro e à produção de vinho de embarque, como se apelidavam os Vinhos do Porto.
Estendendo-se ao longo das margens do rio Távora, subindo da quinta até Tabuaço, sobre as quintas desta família dizia-se tratarem-se das melhores e mais extensas áreas de vinha de Portugal, poucas se lhe podendo comparar no estrangeiro (PINHO LEAL, Augusto Soares d’Azevedo Barbosa de, Portugal Antigo e Moderno, Lisboa, Livraria Editora Tavares Cardoso & Irmão, 2006 [1873], tomo 9, págs. 466-475).
Especialmente acarinhado na memória da família é o Avô Vítor de Macedo Pinto. Nasceu em 1869, foi médico, proprietário e republicano destacado, tendo sido Presidente da Câmara Municipal de Tabuaço, deputado à Assembleia Nacional Constituinte de 1911, Presidente da Câmara dos Deputados e Ministro da Marinha. Foi um dos grandes defensores da causa do Douro, tendo assinado o Manifesto de Novembro de 1890 (no rescaldo do Ultimato Inglês), integrado o movimento dos paladinos do Douro, dinamizado o movimento regional de defesa da marca “Porto” e o primeiro a afirmar a necessidade de proceder à regulamentação do sector dos vinhos de mesa do Douro.

Morada

Cardanhos, Soc. Agrícola e Vitivinícola, Lda.
5120-011 Tabuaço
Portugal Tel.: +351 254 787 079